Perdi meu primeiro bebê. E agora?

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  • 24 de setembro de 2015

Nunca fui uma mulher ligada à tradições. Casar, ter filhos e constituir família sempre me pareceram distantes. Não me entendam mal, mas sempre achei que primeiro deveria ver o mundo e curtir ao máximo o que a vida poderia me proporcionar. Mas aí, tudo simplesmente mudou e eu hoje, aos 28 anos, me encontro casada e esperando meu “primeiro” filho. Tive uma gravidez antes dessa que foi interrompida após 12 semanas devido a causas naturais. Foi incrivelmente triste, mas após passar por tudo aquilo entendi que não era o momento certo e que existem outras milhares de mulheres que passaram (e outras que podem vir a passar, infelizmente) pela mesma situação e tocaram suas vidas normalmente. E foi isso que eu fiz. Quem me conhece sabe que eu não costumo prolongar sofrimentos e nem dar muita bola para situações negativas, vai ver isso é até uma defesa pessoal mesmo. Mas (…), funciona comigo! Uma semana após perder o bebê eu voltei ao trabalho normalmente e hoje, um ano e meio depois de tudo isso, estou com 39 semanas de gestação e esperando o Alec (quase explodindo!). Acredito que cada mulher tem o seu tempo de recuperação, na verdade penso que cada ser humano lida com suas perdas com intensidade e atitudes diferentes, e por este motivo não acredito que o que eu fiz seja uma regra.

Surpresas lindas do chá de bebê

Surpresas lindas do chá de bebê

Não há julgamentos, só acho importante começar o blog descrevendo que essa minha segunda gravidez vem se comportando totalmente diferente da primeira desde o começo. Portanto, caso você seja uma mulher que passou recentemente pela mesma situação ou conhece uma amiga que tenha passado, é clichê o que eu vou dizer: mas tudo passa! Ficar preso ao passado não traz nada de bom e se ter um filho é tão importante para você, continue tentando. Esse é o primeiro post de muuuuuitos que virão, os outros terão uma pegada mais bem humorada (ufa!). Mas acho importante relatar este fato que aconteceu comigo antes de começar a escrever, afinal, foi uma parte importante para nós como família. Aquele papo de “nos uniu ainda mais” é real e hoje, felizmente, a história é outra. A cesária do Alec está marcada para a próxima semana, estamos esperando ansiosos para morder as bochechas mais aguardadas do ano. E sim, será cesária. Maaas, eu falarei sobre isso em outro post. No decorrer do ano irei mostrar todo o meu empenho, ou pelo menos a tentativa dele, de virar uma mamãe fitness. Até o momento, após inúmeras pesquisas pela internet, encontrei muitos casos de sucesso e espero me tornar um deles. #todostorcem

 

 

 

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