5 Dicas para escolher o nome do bebê

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  • 2 de outubro de 2015

Escolher o nome do bebê é uma das decisões mais difíceis (pelo menos para alguns casais, como eu e meu marido, por exemplo) e de maior responsabilidade que os pais poderiam ter. Confira 5 dicas que eu separei para ajudar na escolha.

Não havia nenhuma dúvida que este post estaria na categoria Crônicas Maternas. E vocês poderão descobrir o porquê lendo abaixo. =]

Antes das dicas vou expor um pouco como foi o nosso processo de seleção de nomes. Eu tinha uma tendência para os nomes masculinos: Augusto e Enzo. E para o feminino: Alice. Nomes fáceis e simples! Muito provavelmente se fosse menina, teria sido Alice mesmo. Inclusive, sabe aquele sexto sentido de mãe que sabe o sexo do bebê antes mesmo do ultrassom revelar? Pois é, nunca tive. rs Achei que seria menina até o último momento.

Mas aí, o nosso mundo começou a complicar quando Alice não seria uma opção viável para o nosso baby boy. Claro que as minhas duas opções de nomes foram desconsideradas rapidamente pelo meu marido. Afinal, a ideia é dificultar. O meu amado esposo tem uma tendência peculiar para nomes e teimou comigo que uma opção boa seria (tchãnám): Ragnar! RAGNAR. Gente, nada contra quem se chama Ragnar (…) mas meu filho já nasceria com 100 anos. Aí, o que melhora: os amigos fazem uma pressão sensacional afirmando que é uma excelente escolha (aqui vale uma mensagem nem tão subliminar assim: vocês terão filhos e o troco será lindo). Fico pensando se quando os pais da Madeusa, do Mardson, do Xerox, do Carimbo e da Vivelinda, foram registrar os filhos a reação do pessoal do cartório foi: nossa SENSACIONAL, que lindo. Ou, CARACA vamos trollar esse ser e aprovar esse nome AGORA!

Quem foi o louco que preencheu essa identidade? rs

Quem foi o louco que preencheu essa identidade? rs

Bom, voltemos ao Ragnar. Eu até curto o nome, a referência viking é uma parada que atrai. Inclusive o apelido do meu filho (que está neste momento me chutando próximo às costelas) é Rag. Algumas coisas não são possíveis mudarmos tão facilmente.

Quando estamos finalmente largando o nome descrito acima, meu marido começa a se interessar pela série do History Channel, a bendita Vikings e chega com a melhor opção de nome ever: Björn. Leia assim: Bi-Orn. De verdade, se fosse o filho de alguém se chamando assim, OK. Mas não o meu! Como eu disse, a escolha do nome é tensa. Porque para o pai fazia todo o sentido do mundo, era óbvio demais que o nome era ótimo. E cara, OK. Porque realmente para ele seria um nome de um cara grande e impetuoso. Mas para mim, não.

Aí, não bastasse seu relacionamento estar sofrendo com esse fato. Gente, é complicado SIM! Todo mundo te pergunta uma centena de vezes: já tem nome? Depois de um tempo comecei a inventar nomes diferentes para cada pessoa que perguntava: meu filho já foi o Paulo, o Wellington, o Pedro Miguel, o Vladmir, e outros vários.

Depois de algum tempo diz que surge o nome: Alec. Não era tão comum que meu marido pudesse já descartar de cara e nem tão difícil que eu iria bater o pé. Então, aos 8 meses, escolhemos finalmente o nome. Juro que eu já não tinha mais saco, já estava pensando em chamar meu neném de Número 1. Assim que batemos o martelo mandei bordar as iniciais do nome do nosso filho em todas as fraldas, lençóis e cobertores. Ou seja, nada de voltar atrás. Mas ficou nos assombrando o nome: Alec Björn. Só que uma coisa já tínhamos definido com antecedência, nada de nomes compostos. Isso é extremamente pessoal, mas não é a nossa praia. Portanto, ficou Alec e ponto final.

Agora às dicas prometidas, rs.

#1 É importante os pais ficarem conscientes das expectativas um do outro. Um quer um nome grego e outro um nome tradicional, conversem…e conversem…e conversem. Mas o mais importante, lembrem-se que é para sempre. Ou melhor, o baby até pode mudar de nome um dia (…) mas isso pode ser bem chatinho.

#2 Não escutem os parentes e amigos, quem deve saber o que é melhor são os pais. Vocês serão os responsáveis eternos pela escolha!

#3 Existem vários sites legais na internet que tem tipo UM MILHÃO de sugestões de nomes. Eu não tenho nenhum que eu possa dizer: nossa, esse é bom! Mas é só digitar no Google “lista de nomes de bebês” e aparecem várias opções.

#4 Se você ainda não é mãe, mas já tem expectativa de engravidar, ir pensando nos nomes desde agora talvez lhes corte um bocado de tempo. Compartilhe com o seu namorado, marido, acompanhante as suas expectativas e vá preparando o terreno. rs

#5 As pessoas vão opinar (e MUITO). Sei que várias pessoas não curtem o nome que escolhemos para o nosso bebê, mas né…não estamos nem aí. Se você quer um nome composto, quer dar o mesmo nome do seu avô, é apaixonada por filmes franceses e gosta de uma atriz em especial, toca ficha. Só lembre-se novamente: é uma responsabilidade para a vida toda. E sempre vai existir o bullying, mesmo que ele seja mascarado. O mundo já tem mimimi demais, mas o que der para prevenir, melhor. =]

 

Beijos, Ká.

 

 

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